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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Serasa explica o que afeta a nota de crédito do consumidor




Uma pesquisa da empresa mostrou que a principal causa de baixa avaliação de crédito, o chamado "score", é o nome negativado



Emprestar o nome para outra pessoa fazer uma dívida é a principal fonte de problemas para quem depois vai procurar crédito, explica a Serasa Experian.

Uma pesquisa da empresa mostrou que a principal causa de baixa avaliação de crédito, o chamado score, é o nome negativado, e o mais comum é que isso ocorra porque a pessoa emprestou seu nome para parentes ou amigos tiraram empréstimos ou comprarem a prazo.



Muitos nem sequer sabiam que o amigou ou parente deixou de pagar a dívida e que seu nome foi para a lista de devedores da Serasa.

Segundo Fernanda Monnerat, diretora do SerasaConsumidor, quem pede o nome emprestado para fazer compras ou obter financiamentos faz isso, na maioria das vezes, por já ter restrições nos birôs de crédito.



“Normalmente a solicitação vem de um parente próximo ou amigo, fazendo com que o dono do nome se sinta constrangido em negar o favor”, explica.

“Quem ‘empresta’ dados pessoais acredita que a proximidade da relação garantirá que o outro honre a dívida assumida, o que nem sempre acontece”, argumenta Fernanda.

“O nome limpo é um dos bens mais preciosos do consumidor, por isso, emprestá-lo, mesmo que o solicitante seja um filho, mãe ou pai, está fora de cogitação: na prática, responde pela dívida quem legalmente a contraiu.”

Além do nome sujo, outros fatores reduzem a nota de crédito dos consumidores. São eles:

1) Divórcio ou separação

2) Desemprego, acidente ou doença

3) Esquecimento da dívida por mudança de endereço e não alteração dos dados cadastrais junto ao credor

4) Nome recentemente retirado do cadastro de inadimplentes.

5) Não usar crédito, o que impede o mercado de conhecer seu comportamento financeiro.

6) Não abrir o Cadastro Positivo

7) Pessoas que tiveram documentos roubados ou perdidos e que foram vítimas de fraudes de identidade, com bandidos usando os dados para abrir credito ou fazer compras.

A pesquisa da Serasa mostrou também que a maioria dos consumidores, ou 38%, têm risco médio, entre 301 e 700 pontos no score da empresa.

Os de baixo risco vem em seguida, com 32% do total e pontuação de 701 a 1.000. E os que possuem score baixo, com risco maior de inadimplência, são 30%, com notas ate 300 pontos.

As formas de melhorar o score são:

1) Limpar o nome

2) Pagar as contas em dia

3) Manter atualizados seus dados cadastrais

4) Abrir o Cadastro Positivo mesmo antes de usar o crédito.

Além da Serasa, também a Boavista SCPC têm seu cadastro positivo. O ideal é que o consumidor mantenha os dois cadastros atualizados.

Este conteúdo foi publicado originalmente no site da Arena do Pavini.

Como aumentar seu score de crédito




Tá precisando de dicas sobre como aumentar seu score de crédito? A Serasa te ajuda! Primeiro, você precisa entender que, por ser um currículo financeiro, as ações para aumentar o score não têm efeito imediato, é preciso ter um pouquinho de paciência.

Além disso, ter um bom Score não é garantia de aprovação imediata do crédito. As empresas possuem seus próprios critérios de análise, e podem não consultar o score de crédito do consumidor na hora de oferecer crédito a ele.



Mas o fato é: ter uma boa pontuação pode ajudar a conseguir mais fácil aquele financiamento tão desejado.
4 dicas de como aumentar seu score





1) Limpe seu nome

Para aumentar o score, Limpar o nome é fundamental. Se você tem dívidas atrasadas, negocie com os credores e pague todas elas. Essa deve ser a sua prioridade. Sem isso, dificilmente você vai conseguir mudar o jeito que o mercado analisa o seu cadastro. Aqui, a gente explica como limpar o nome na Serasa. Além disso, aqui no Ensina, a gente tem um monte de dica simples de como organizar suas finanças para que você entenda quanto dinheiro você tem para pagas suas dívidas e também temos boas dicas sobre como se preparar para negociar dívidas.

Mas você limpou seu nome recentemente e seu score ainda não subiu? Calma.




Como você teve dividas e regularizou recentemente, agora mantenha a pontualidade nos próximos meses. Você precisa mostrar que seu comportamento mudou e que a sua pontualidade é permanente.

Quanto mais tempo você mantiver esse novo comportamento, de pagar em dia suas contas, melhor. Assim, nos próximos meses, os credores poderão reavaliar o risco de conceder crédito para você.



2) Atualize seus dados na Serasa

Essa é fácil. Basta manter seus dados pessoais sempre atualizados na Serasa. Quanto mais exatas forem as informações básicas sobre você como idade, endereço e telefone, mais confiável será o seu cadastro. Não esqueça: comunique também a Serasa sempre que alterar alguma dessas informações. Não quer atualizar os dados online? Dá para ir em uma agência também. Encontre uma agência Serasa perto de você.
3) Pague suas contas em dia

Pague sempre suas contas em dia. Se puder, inclua tudo no sistema de débito automático. Basta solicitar junto as empresas de energia elétrica, telefonia e gás. Hoje a maioria das empresas já oferece essa facilidade. Assim você não corre o risco de esquecer uma conta e ter seu nome negativado por conta deste descuido.
4) Faça um cadastro positivo

O Cadastro Positivo é um jeito simples de registrar as informações que as empresas consideram importante na hora de liberar crédito para o consumidor: quantas contas você já pagou, seu bom relacionamento com bancos e empresas.

Como você teve dividas e regularizou recentemente, agora mantenha a pontualidade nos próximos meses. Você precisa mostrar que seu comportamento mudou e que a sua pontualidade é permanente.

Quanto mais tempo você mantiver esse novo comportamento, de pagar em dia suas contas, melhor. Assim, nos próximos meses, os credores poderão reavaliar o risco de conceder crédito para você.



2) Atualize seus dados na Serasa

Essa é fácil. Basta manter seus dados pessoais sempre atualizados na Serasa. Quanto mais exatas forem as informações básicas sobre você como idade, endereço e telefone, mais confiável será o seu cadastro. Não esqueça: comunique também a Serasa sempre que alterar alguma dessas informações. Não quer atualizar os dados online? Dá para ir em uma agência também. Encontre uma agência Serasa perto de você.
3) Pague suas contas em dia

Pague sempre suas contas em dia. Se puder, inclua tudo no sistema de débito automático. Basta solicitar junto as empresas de energia elétrica, telefonia e gás. Hoje a maioria das empresas já oferece essa facilidade. Assim você não corre o risco de esquecer uma conta e ter seu nome negativado por conta deste descuido.
4) Faça um cadastro positivo

O Cadastro Positivo é um jeito simples de registrar as informações que as empresas consideram importante na hora de liberar crédito para o consumidor: quantas contas você já pagou, seu bom relacionamento com bancos e empresas.




Viu como é simples? Agora que você descobriu como aumentar seu score de crédito comece a melhorar sua pontuação. E se precisar de alguma ajuda ou informação, é só perguntar aí nos comentários que a gente responde.

10 mitos e verdades sobre o Serasa Score



Alguém já te falou que consultar o seu score de crédito é difícil ou burocrático? Esse é um dos mitos que estão relacionados à pontuação dos consumidores. Na realidade, a consulta é fácil, simples, pode ser feita pela internet e, o melhor, é grátis.

Conheça mais a respeito da pontuação de crédito e veja 10 mitos e verdades sobre o Serasa Score. Com isso, você vai saber como aumentar os seus pontos e conseguir mais fácil aquele cartão ou um empréstimo.



1 – Colocar CPF na nota fiscal aumenta a pontuação

Mito! A inclusão do CPF na nota fiscal não faz parte das informações que são usadas para o cálculo do seu Serasa Score. Assim, colocar ou não o CPF na nota não afeta sua pontuação



2 – Consigo financiamento com score baixo

Verdade! É difícil, mas é possível. Claro que melhorar seu score pode ajudá-lo a obter crédito no mercado. No entanto, a decisão de conceder o crédito é sempre da empresa para quem você pediu.

A Serasa não interfere nessa decisão, pois cada empresa tem seus próprios critérios e políticas para fazer negócios. Além disso, as empresas também podem usar outras informações, como o bom relacionamento com elas, na análise de crédito.
3 – O score aumenta logo após pagar a dívida

Mito! O pagamento e a regularização das dívidas aumentam a sua pontuação, mas leva um tempo para que o score suba. Não tem fórmula mágica para aumentar o Serasa Score rápido.

Por isso, o quanto antes você quitar as suas contas e limpar o seu nome, melhor para a sua pontuação. Se alguém diz que tem uma forma de mudar a pontuação instantaneamente, CUIDADO. Isso é um golpe.


4 – Consultar o score é grátis

Verdade! Com um cadastro simples, você confere seu score sem sair de casa, quando quiser e, o melhor, sem pagar nada.


5 – O score pega todo meu histórico financeiro

Mito! De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, as dívidas prescrevem cinco anos após a data de vencimento. E o nome do consumidor não pode permanecer em cadastros de inadimplentes por período superior à prescrição.

Por isso, os débitos com mais de 5 anos não são considerados no cálculo do Serasa Score.
6 – O Serasa Score é uma ferramenta reconhecida

Verdade! A pontuação de crédito é utilizada há mais de 100 anos em diversos países em todo o mundo.

O Serasa Score usa informações claras, objetivas, verdadeiras e relevantes para a análise de risco de crédito. Ele tornou a informação sobre a pontuação acessível para cada consumidor.

Assim, a tendência é que o consumidor se beneficie com a oferta mais justa de juros para os empréstimos e financiamentos.
7 – O Serasa Score só usa dados negativos

Mito! O seu Serasa Score utiliza informações cadastrais, negativas, positivas (desde que você tenha o cadastro positivo aberto na Serasa) e comportamentais em relação à solicitação de crédito disponíveis na base de dados da Serasa no momento da consulta.
8 – A minha pontuação não está aberta para qualquer pessoa

Verdade! O score é um serviço oferecido pela Serasa para o conhecimento do próprio consumidor e para auxiliar empresas na análise de crédito e tomada de decisão sobre negócios. Outros consumidores não têm acesso ao seu score.



9 – Só há uma maneira de se calcular o score

Mito! O Serasa Score é apenas uma forma de se calcular a pontuação de crédito. Outros birôs têm maneiras diferentes de pontuar o consumidor.

Além disso, as informações que são usadas em cada birô podem ser diferentes. Quanto mais atualizadas estiverem as suas informações na Serasa, melhor para o seu score.
10 – Ter renda maior aumenta o score

Mito! O salário não afeta a pontuação no Serasa Score. O importante para o seu score são os seus hábitos financeiros, pagar as contas em dia e evitar o endividamento.
Bônus: uma importante verdade sobre o score

Quase metade dos consumidores que consultaram o Serasa Score em abril aumentaram a pontuação no mês seguinte. Isso aconteceu porque, ao checar a pontuação, eles tomaram medidas para melhorar o score.

Score sobe de quanto em quanto tempo?



Você já se perguntou de quanto em quanto tempo o score sobe? Saiba que não está sozinho. Muita gente tem essa dúvida.

A resposta é simples. A pontuação do Serasa Score é dinâmica. Ou seja, pode variar de um dia para o outro.

E o que influencia essa variação? O seu comportamento como consumidor, o seu relacionamento com o mercado.



Por exemplo: você sempre paga as suas contas em dia? Ou às vezes se esquece e acaba atrasando um pouquinho aqui ou ali? Tem Cadastro Positivo aberto e contas no seu nome? Usa produtos de crédito

Todas as respostas para essas perguntas demonstram o seu comportamento como consumidor. A forma como você usa o crédito afeta a sua pontuação.

De uma forma geral, a frequência de mudança do seu Serasa Score depende só de você!
4 passos para consultar grátis seu score
Acesse o site do SerasaConsumidor;
Digite o seu CPF e clique em consultar;
Faça o seu login. Ou, se for o caso, faça o seu cadastro;
Em seguida, você verá o seu Serasa Score. E também a pontuação média das pessoas do seu CEP e da mesma faixa de idade.

Na mesma página, você terá dicas para melhorar a sua pontuação.
Como o Serasa Score é calculado?

A pontuação leva em conta:
As suas informações cadastrais;
Dados de negativação (se você tem alguma dívida em aberto, por exemplo);
Dados positivos (desde que você tenha o cadastro positivo aberto na Serasa); e Informações comportamentais em relação a pedidos de crédito disponíveis na base de dados da Serasa no momento da consulta.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Como limpar o nome na Serasa em 2 passos

No Brasil, estima-se que são cerca de 60 milhões de brasileiros com dívidas em atraso. Veja como limpar o nome na Serasa em 2 passos e sair dessa sem estresse.
Confira tudo o que você precisa saber para limpar o nome com tranquilidade. Um passo a passo simplificado para você organizar suas finanças, sair do vermelho e mudar de vida.

1º Consulte seu CPF

Antes de tudo é preciso saber exatamente qual é a sua dívida. Sim, existem muitas pessoas que estão negativadas e não sabem. Pode acontecer de você mudar de endereço e se esquecer de avisar alguma empresa. Pode ser a empresa de gás, um cartão de mercado ou boleto de alguma loja que você comprou há muito tempo.
Consulte a situação do seu CPF gratuitamente aqui no Serasa Consumidor e veja se o seu nome foi negativado. Ao checar seu CPF você fica sabendo exatamente quanto e para quem está devendo e esse é o melhor jeito de organizar as contas para uma negociação. Veja o passo a passo para consultar seu CPF na Serasa online e de graça

2º Negocie a dívida!

Se você consultou seu CPF e viu que está com dívidas. E agora? Um jeito fácil de se livrar das dívidas é negociar pelo Serasa Limpa Nome. Como? Depois de você ter se cadastrado no site do Serasa Consumidor para consultar seu CPF, você pode ir na opção “Serasa Limpa Nome”.
Lá, existem algumas empresas parceiras que negociam ali mesmo, sem estresse. Basta ver se você possui dívida com alguma empresa participante e clicar em “negociar”. Bem simples, não é?
Depois, é só realizar o pagamento e pronto! Em breve a empresa vai dar baixa na sua dívida e o seu nome vai voltar a ficar limpo.
Agora, se você possui dívida com empresas que não fazem parte do Serasa Limpa Nome, você vai precisar entrar em contato com os credores e negociar diretamente com eles.
Se você se sente despreparado para enfrentar essa situação, fique tranquilo. Temos dicas para negociar suas dívidas e sair do sufoco aqui no Ensina, é só ler e se preparar.

Como saber se tenho dívidas além do que posso pagar?

A pessoa superendividada é aquela que tem dívidas muito acima da sua capacidade mensal de pagamento e, como solução, usa o crédito no dia a dia para se sustentar.
Sempre há sinais que aparecem antes do descontrole das suas contas e é importante reconhecê-los para tomar uma atitude antes que isso aconteça. Preste atenção se você:
  1. Anda comprando a prazo coisas que antes comprava à vista,
  2. Passou a usar o cheque especial para cobrir as despesas básicas,
  3. Paga apenas o mínimo do cartão de crédito,
  4. Está resgatando o dinheiro da poupança ou pedindo ajuda de um parente para pagar a parcela de um empréstimo,
  5. Anda deixando de pagar contas essenciais como luz, água e gás.

Minha dívida é muito alta, o que eu faço?

Quando a dívida é muito alta, se você foi adquirindo muitas dívidas ao longo do tempo ou se você emprestou seu nome e a dívida saiu do controle, pode ser que a solução seja difícil. Se você está em uma situação em que mal consegue pagar suas contas básicas, como alimentação, moradia e transporte, você pode estar superendividado.
Isso acontece quando o que você ganha é menor do que a dívida total. Mas, não desanime. Vamos te ajudar! Veja algumas dicas para esse caso.

Cheque especial ou cartão de crédito?

Os juros tanto do cartão de crédito quanto do cheque especial são MUITO, mas muito altos. Aqui no Ensina, a gente já explicou porque você deve fugir do cheque especial. No caso do cartão de crédito, se você optar pela parcela mínima, no mês seguinte a fatura vai vir MUITO maior. Por ano, a média dos juros do rotativo é maior que 400%. Para evitar isso, o governo até mudou as regras do cartão de crédito, mas segue perigoso e  se você demorar muito para quitar a fatura total, você estará pagando apenas juros sem se livrar da dívida.
Então, na hora de escolher como pagar, respire fundo e fale com o gerente do banco, veja se não vale a pena pedir um empréstimo consignado e negocie o pagamento para quitar de uma vez ou tente um empréstimo com juros mais baixos. Assim, você troca uma dívida com juros muito altos, por outra com juros menores. Fica mais fácil de controlar, organizar e se livrar da dívida de uma vez.

Limpou seu nome? Agora é hora de poupar mesmo!

Quando as contas saem do controle, é preciso parar tudo. Sim, começar do zero sem se desesperar. Faça um planejamento detalhado de tudo o que você ganha e tudo o que você gasta. Organize o orçamento da sua família de uma forma simples e veja quanto você pode poupar por mês, procure uma renda extra, faça economia, junte as moedinhas. Tudo nessa hora ajuda a reunir o valor necessário para quitar sua dívida.
Antes de fechar uma negociação, faça o seu orçamento doméstico, considerando as entradas de dinheiro e o que você precisa para manter suas despesas básicas. Assim, você terá clareza sobre o valor mensal com o qual poderá contar para pagar o que deve. Só assine um acordo que possa, de fato, cumprir.
Se a empresa não aceitar a sua proposta, busque ajuda do setor de mediação ou conciliação em um órgão de defesa do consumidor ou de defensoria pública para renegociar o pagamento. Encontre o mais próximo de você no site da Defesa do Consumidor.
O importante é não se desesperar e perseverar no processo de sair do vermelho!

Bons motivos para limpar o nome:

Ter controle da vida financeira é bem mais vantajoso do que se perder nas dívidas. Veja alguns benefícios reais para manter o nome limpo:
  • Ter uma vida mais saudável: quem está com a vida financeira em ordem tem mais tranquilidade, dorme melhor e adoece menos.
  • Relações de qualidade: o descontrole financeiro é uma das principais causas de separação de casais. Ser transparente com sua família com relação às dívidas pode ajudar a trazer mais harmonia para sua casa.
  • Produtividade no trabalho: estar em dia com as contas faz grande diferença em outras áreas da sua vida, como o trabalho. Além de maior confiança em uma entrevista de emprego, você pode se concentrar melhor nas tarefas profissionais se não tiver que se preocupar com dívidas.
  • Construir uma história positiva: Além de prover uma análise de crédito mais justa, algumas instituições podem vir a oferecer taxas de juros menores para quem integra o Cadastro Positivo. O serviço é gratuito.
Seu nome é sua história, um bem do qual você e sua família devem sempre se orgulhar. Conte conosco para superar seus desafios e deixar sua marca positiva na sociedade.
Lembre-se: se você está com dívidas, acesse o Limpa Nome, cadastre-se e negocie suas dívidas com as empresas participantes.

Não foi você que fez a dívida?

No Brasil, a cada 17 segundos uma pessoa é vítima de fraude conhecida como roubo de identidade. Golpistas usam o nome, CPF e outros dados, como o número do cartão de crédito, para fazer compras, pedir empréstimos ou abrir empresas. Consultar seu CPF regularmente ajuda a se proteger contra esse tipo de fraude.
Se você quiser, você pode optar pelo AntiFraude, que monitora seu CPF 24h por dia. Assim, você recebe alertas toda vez que seu nome for consultado. Mas se você quiser apenas ver como está a situação do seu nome aqui na Serasa também é online, rápido e grátis 🙂 É só acessar a consulta de CPF no nosso site caso você tenha dificuldades, é só acessar nosso tutorial e seguir todos os passos direitinho.

Inadimplência atinge maior número de pessoas desde 2012, diz Serasa Experian

Cerca de 900 mil consumidores ingressaram no cadastro de inadimplência; índice ficou em 61 milhões de pessoas, em 2016 o número era de 59,5 mi



Nesta segunda-feira (3), o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor divulgou que em maio deste ano o número de pessoas com dívidas em atraso no Brasil chegou a 61 milhões, sendo o maior número obtido desde o início da série histórica que começou em 2012.


Inadimplência: Uma baixa pontuação no score pode significar que o cidadão em questão tem maiores chances de não honrar seus compromissos financeiros

De acordo com a Serasa Experian, cerca de 900 mil consumidores ingressaram no cadastro de inadimplência no mês de maio. No mesmo mês do ano passado, o número registrado era de 59,5 milhões de pessoas na lista. Especialistas da entidade avaliam que as principais causas desse crescimento são o desemprego e a recessão econômica.

Consequências

Além de restringir o acesso ao crédito e desorganizar a vida financeira das famílias, ingressar o nome ou mantê-lo nos cadastros de proteção também contribui para que o score de crédito do consumidor seja baixo.
Os pontos do Serasa Score variam entre zero e 1 mil, e são resultantes do relacionamento do consumidor com o mercado. Além disso, outros elementos como o pagamento de contas em dia, histórico de dívidas negativadas, relacionamento financeiro com empresas e dados cadastrais atualizados são considerados para o resultado final.
Uma baixa pontuação no score pode significar que o cidadão em questão tem maiores chances de não honrar seus compromissos financeiros nos próximos 12 meses ou ter acesso facilitado ao crédito.
“Vale lembrar que cada caso é um caso: a elevação ou decréscimo do score após entrada ou saída da lista de inadimplentes dependerá de uma série de fatores, como o valor da dívida, quantidade de parcelas em atraso e quanto tempo aquele CPF permaneceu na lista de inadimplência”, explica a diretora do Serasa Consumidor, Carolina Aragao.
Assim que o consumidor deixa a lista de inadimplentes, a sua pontuação começa a aumentar, o que melhora a reputação junto ao mercado de crédito.

Mais pontos

Pagar as contas em dia, manter os dados cadastrais atualizados e abrir o Cadastro Positivo podem ajudar a elevar a pontuação. Pensando nisso, especialistas da Serasa selecionaram dicas para ajudar o inadimplente a frear as contas em atraso, confira:
1.     Consulte o site do Serasa Consumidor e verifique se você está negativado ou não;
2.     Em caso de interesse por crédito no mercado, cheque como está a sua pontuação no Serasa Score, assim poderá medir quais as chance de conseguir um financiamento;
3.     Se você é um consumidor com o nome sujo, vá até o Limpa Nome Online, e veja qual a proposta do credor para sua dívida em atraso;
4.     É muito importante que as parcelas da renegociação de dívida caibam no bolso e, somadas aos débitos já existentes – desconsiderando o imobiliário – não ultrapassem 20% da renda mensal;
5.     Antes de renegociar é necessário que o endividado coloque na ponta do lápis todas as despesas fixas e as contas já assumidas ou previstas. Desta forma, obtém-se o quanto está disponível e quais as condições reais para pagar a nova dívida que será renegociada;
6.     Quem está com dívidas em atraso e com direito ao resgate do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deve utilizar, ao menos, parte do valor para quitar as pendências;
7.     Utilize um crédito mais barato para pagar dívidas mais caras: “um crédito consignado poderá ser a saída para as parcelas atrasados do cartão de crédito ou do cheque especial, por exemplo”;
8.     O Serasa Consumidor disponibiliza gratuitamente o e-book “Como se preparar para a renegociação de dívidas”, com um série de dicas para fazer uma boa renegociação e sair da inadimplência.

O que é Certificado Digital, para que serve e que cuidados devo ter?


Artigo de Serasa Experian, 19 de Setembro de 2017
Apesar de ser cada vez mais comum no meio empresarial, o termo “Certificado Digital” ainda gera dúvidas em muitas pessoas. Afinal, o que ele representa, em que situações se aplica e quais cuidados são necessários durante o uso?

O que é Certificado Digital?

O Certificado Digital é a identidade de uma pessoa física ou jurídica no meio digital. O recurso garante autenticidade, confiabilidade, integridade e não-repúdio às operações realizadas por meio dele, atribuindo validade jurídica tal como aconteceria se os documentos em questão tivessem sido assinados presencialmente, a próprio punho.

No mercado brasileiro, teve origem em 2001 como Medida Provisória. Hoje, tem força de lei.

Como o Certificado Digital funciona

Para garantir a autenticidade e a preservação de dados e mensagens, o Certificado Digital usa uma chave de segurança pública criptografada que serve justamente para assegurar e confirmar a veracidade das informações de identificação que acompanham a certificação digital (pessoais ou jurídicas).

Além da tecnologia criptográfica, que impossibilita a alteração ou acesso indevido por terceiros, o proprietário do Certificado Digital possui a sua senha PIN, cadastrada no momento da emissão, que é utilizada para realizar a assinatura digital, e a senha PUK, que é uma chave para desbloqueio caso não se lembre da primeira senha.

Quais as principais funções do Certificado Digital

Desde sua implantação, o Certificado Digital vem passando por evoluções. Primeiro, seu uso tornou-se obrigatório em algumas situações do relacionamento fiscal com o governo. Desde janeiro de 2016, por exemplo, o uso do Certificado Digital é exigido, por lei, de empresas tributadas pelo Simples Nacional com mais de três funcionários, a fim de confirmar a autenticidade de documentos e declarações entregues e emitidas por elas eletronicamente.

Contudo, suas funcionalidades vão muito além de obrigatoriedades! O Certificado Digital já permite, por exemplo,realizar a abertura de empresas em apenas 7 dias (com o certificado o tempo médio é de 101), permite aos taxistas requererem isenções fiscais na compra de veículos sem ir à Receita e gera grande economia de custos com papel através da assinatura digital de documentos.

Atualmente existem três principais modelos:

• e-CPF: É a versão digital do CPF, que permite realizar operações de Pessoa Física com validade jurídica pela internet. Também é possível transmitir demonstrativos para a Receita Federal e efetuar outros serviços em nome de uma empresa caso você a represente.

• e-CNPJ: É a versão digital do CNPJ, que permite assinar digitalmente e transmitir dados de operações de Pessoa Jurídica, garantindo a integridade das informações. Está vinculado à Receita Federal e, por isso, deve ser emitido para o representante legal cadastrado neste órgão.

• NF-e: É o certificado para emissão de notas fiscais, com várias opções de modelos, de acordo com a necessidade da sua empresa. Pode ser emitido para o funcionário que você desejar, não necessitando ser o representante na Receita Federal; basta ter uma procuração que o autorize.
O Certificado Digital também serve para agilizar e aumentar a segurança nas relações com clientes e parceiros. Ele permite a manifestação de intenções e consentimentos na forma eletrônica, ou seja, a assinatura digital de documentos. Assim, é possível oficializar acordos, enviar e-mails assinados digitalmente, contratar serviços, delegar poderes, realizar negociações e outras atividades com total validade jurídica.

Por esses motivos, a funcionalidade do Certificado Digital traz facilidade, conveniência e reduz o tempo, o acúmulo em arquivos físicos e a morosidade em processos.

Cuidados com o Certificado Digital

Para ter segurança no uso do Certificado Digital, é preciso observar alguns requisitos. O primeiro deles, claro, é ter certeza de recorrer a uma autoridade certificadora autorizada no padrão do ICP Brasil, que controla a emissão das chaves, como a Serasa Experian. Eleita pelo terceiro ano consecutivo como uma das empresas mais inovadoras do Brasil, está também entre as 100 com melhor reputação e na lista das 1000 maiores do país.

Em seguida, é preciso escolher o tipo de certificado que mais se adeque à sua necessidade, inclusive em relação ao tempo de validade. Fique atento ao vencimento, pois o Certificado Digital deve estar vigente para comprovar as operações realizadas em meio digital.

Por representar a assinatura digital de uma entidade, a chave deve ser mantida em segredo e ser muito bem protegida. O portador do Certificado Digital é responsável total pela guarda e utilização do serviço. 

Entre no site de Certificação Digital da Serasa Experian para ver qual o melhor certificado digital para sua necessidade e acompanhe nosso blog para mais informações e novidades a respeito do assunto.

Fonte: Serasa

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Veja o que fazer se caiu na malha fina do leão



Contribuinte pode ver pendência no Centro de Atendimento Virtual da Receita e mandar declaração retificadora; ou, se achar que está correto, ir a uma unidade do Fisco com documentos.



A Receita Federal informou nesta quinta-feira (8) que 771.801 declarações foram retidas na malha fina do Imposto de Renda 2016 devido a inconsistências das informações dadas pelos contribuintes nas declarações.

Para saber se está na malha fina, o contribuinte deve acessar o último lote de restituições deste ano. Se não estiver nesse lote, e também não estava nos anteriores, a declaração está em malha. As consultas podem ser feitas por meio dessa página na internet:

http://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/Atrjo/ConsRest/Atual.app/paginas/index.asp

Se realmente estiver na malha fina do leão e quiser regularizar sua situação junto à Receita, o contribuinte pode acessar o chamado e-CAC (Centro de Atendimento Virtual) do órgão.

Na página, o contribuinte pode buscar informações, por meio do "Extrato do Processamento da DIRPF", acessível mediante uso da certificação digital ou do código de acesso, e procurar a seção "pendências" para saber o que motivou a inclusão de sua declaração na malha fina.
Motivos para cair na malha fina



De acordo com a Receita Federal, a principal razão para a retenção de declarações em 2016 foi a omissão de rendimentos do titular ou de seus dependentes, seguida por divergências entre o IRRF informado na declaração e o informado em DIRF (valores diferentes daqueles informados pela fonte pagadora).

Se a declaração estiver retida na malha fina, na seção "pendências", do e-CAC, o contribuinte encontrará, de acordo com o Fisco, um link para verificar com detalhes o motivo da retenção e consultar orientações de procedimentos.

"Constatando erro na declaração apresentada, o contribuinte pode regularizar sua situação apresentando declaração retificadora", explicou o órgão.

Depois de regularizada a situação com a Receita Federal, se o contribuinte ainda tiver valores a receber, por meio das restituições, ele entrará nos lotes residuais do Imposto de Renda - que são pagos mensalmente pelo Fisco.

Por outro lado, se o contribuinte entender que não há erro, e que a Receita Federal reteve sua declaração na malha fina de forma incorreta, ele poderá aguardar a intimação do Fisco ou agendar um atendimento nos centros de atendimento físicos do órgão - onde poderá apresentar a chamada "documentação comprobatória" para provar que está correto em sua demanda.

"Inexistindo erro na declaração apresentada e estando de posse de todos os documentos comprobatórios, o contribuinte pode optar entre aguardar intimação ou agendar pela internet uma data e local para apresentar os documentos e antecipar a análise de sua declaração pela Receita Federal", informou o órgão.

O agendamento para declarações do exercício 2016, porém, começa somente a partir do primeiro dia útil de janeiro de 2017, acrescentou a Receita Federal.

Dez erros que podem levar à malha fina do Imposto de Renda

A temporada de declaração do Imposto de Renda 2017 tem início nesta quinta-feira e se encerra no dia 30 de abril. A Receita Federal já liberou o download do programa de elaboração do documento e agora é necessário se organizar para prestar contas ao governo.
O Fisco possui um eficiente sistema de cruzamento de informações, que confronta eletronicamente dados de movimentações financeiras, atividades imobiliárias, planos de saúde, salários, entre outros. Para fugir da malha fina do Leão, confira abaixo 10 erros comuns.

1 – Esquecer de informar parte dos rendimentos

O contribuinte deve declarar todas as fontes pagadoras e os seus respectivos CNPJ ou CPF, bem como todos os rendimentos tributáveis recebidos dessas fontes. Ou seja, é necessário informar à Receita todos os valores significativos recebidos ao longo de 2013. São considerados rendimentos tributáveis: salários, remuneração por prestação de serviços e outros tipos de remuneração por trabalho assalariado; pensões e aposentadorias; aluguéis; ações judiciais; entre outros.

2 – Não informar os rendimentos dos dependentes

Ao declarar dependentes, o contribuinte deve também informar – além do CPF, quando for maior de 18 anos – todos os seus rendimentos tributáveis, ainda que os valores fiquem abaixo do limite estabelecido pela Tabela Progressiva do Imposto de Renda. Isto é, mesmo que o total de rendimentos recebido pelo dependentes seja igual ou inferior ao limite de isenção (R$ 20.529,36), o contribuinte deve declará-los, pois esses rendimentos somam-se aos do titular na hora da apuração do imposto a pagar ou a restituir.

3- Declarar deduções que não podem ser comprovadas

O contribuinte deve manter todos os comprovantes das deduções por um período de 5 anos. As deduções mais importantes são:
- Despesas médicas, odontológicas e psicológicas: não há limite para a declaração destas despesas. O contribuinte deve indicar o CPF ou CNPJ do prestador de serviço. A utilização de recibos falsos é considerada crime, sujeitando o contribuinte a uma multa de até 150% do valor do recibo e ainda à responsabilidade penal (com reclusão de 2 a 5 anos).- Despesas com instrução: é permitido o abatimento de despesas com instrução do contribuinte e de seus dependentes, inclusive de alimentandos. Podem ser abatidos os gastos com educação infantil e creche, ensino fundamental, médio e superior (graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado e especialização), bem como educação profissional (ensino técnico e o tecnológico). O limite é de R$ 3.230,46.
Além disso, é possível deduzir R$ 1.078,08 com empregado doméstico e até R$ 2.063,64 por dependente.

4 – Não recolher o carnê-leão

O recolhimento mensal do carne-leão é obrigatório aos contribuintes residentes no Brasil que receberem, entre outros: rendimentos de outras pessoas físicas que não tenham sido tributados na fonte; rendimentos ou quaisquer outros valores recebidos de fontes do exterior; pensão alimentícia; e rendimentos recebidos por residentes no Brasil que prestem serviços a embaixadas, repartições consulares, missões diplomáticas ou organismos internacionais. O não recolhimento por meio do carnê-leão sujeita o contribuinte a uma multa de 50% do valor do carnê, mesmo que não tenha sido apurado imposto a pagar na declaração de ajuste.

5 – Valor errado de aquisições e alienações

É obrigatório declarar a compra e venda de imóveis e as quantias só podem ser acrescidas dos valores que estão previstos na lei. Por exemplo, se o imóvel foi adquirido após 1988, o custo das benfeitorias (reformas) deve ser acrescentado ao valor do imóvel. O mesmo não ocorre com a inflação, já que o valor do apartamento ou casa não pode ser corrigido pela alta acumulada dos preços. Quando houver ganho de capital na venda do bem, exceto para casos de isenções, deve-se recolher o imposto até o último dia útil do mês seguinte ao da alienação, por meio do preenchimento do programa GCap.

6 – Não informar saldos bancários

É necessário declarar todos os saldos bancários, sejam de contas correntes, investimentos e demais aplicações financeiras cujo valor seja superior a R$ 140 em 31 de dezembro de 2013. O mesmo vale para as poupanças, mantidas no Brasil e no exterior, em nome do declarante e dependentes. Esses saldos são importantes, pois refletem a variação do patrimônio financeiro do contribuinte.

7 – Uso indevido de CPF

Não permitir que terceiros utilizem seu nome e número de CPF para aquisição de bens e direitos. Se isso ocorrer, o contribuinte poderá sofrer variações patrimoniais não refletidas na declaração de ajuste do Imposto de Renda, o que deverá levar à retenção na malha fina.

8 – Movimentação de conta bancária por terceiros

O contribuinte também não deve permitir que terceiros utilizem a sua conta bancária para depósitos e saques, pois ele poderá ter de justificar a origem desses recursos. Isso porque as instituições financeiras informam à Receita Federal todas as movimentações. Os depósitos bancários, portanto, devem ter origem devidamente justificada e devem ser coerentes com os rendimentos declarados, pela venda de bens ou transferências entre contas. O contribuinte que tenha movimentação financeira elevada deve ficar atento e municiar-se de toda documentação comprobatória. Caso caia na malha fina e não consiga comprovar, poderá ser autuado por omitir receita.

9 – Não declarar pagamentos e doações

É necessário informar na declaração de ajuste anual – no quadro “Relação de Pagamentos e Doações Efetuados” – os pagamentos efetuados a:- pessoas jurídicas, indicando o CNPJ, quando esses valores forem ser usados como deduções na declaração;- pessoas físicas, indicando o CPF, quando representem ou não dedução. Devem ser declarados os pagamentos a profissionais liberais, tais como: médicos, dentistas, advogados, veterinários, contadores, economistas, engenheiros, arquitetos, psicólogos e fisioterapeutas. E também os efetuados a título de aluguel, pensão alimentícia e juros.
A não declaração dos pagamentos sujeita o contribuinte a uma multa de 20% sobre os valores não declarados.

10 – Esquecer de declarar arrendamento de imóvel rural

Por fim, os rendimentos provenientes de arrendamento de imóvel rural também estão sujeitos a Imposto de Renda e não podem ser esquecidos. Se recebidos de pessoa física, esses valores são tributados como rendimentos equiparados a aluguéis, por meio do recolhimento mensal (carnê-leão). Já se forem pagos por pessoa jurídica, são tributados na fonte e na declaração de ajuste. Atenção: existem muitos contratos indevidamente considerados como de parceria, que são, na realidade, de arrendamento. Nos contratos de parceria rural, o proprietário do imóvel partilha com o parceiro os riscos, benefícios, produtos e os resultados havidos, nas proporções estipuladas em contrato.

O consumidor pode tirar passaporte ou visto e viajar para o exterior mesmo estando com o nome no SERASA ou SPC ?



Sim. A locomoção de uma pessoa somente pode ser restringida por ordem judicial e jamais por causa de débitos inscritos nestes bancos de dados.

Portanto, não há como impedir o cidadão de tirar seu passaporte ou visto, com base em dívidas ou em cadastros de restrição.



Tirar passaporte e visto de entrada em outros países também não é um empecilho para quem está com o nome nos cadastros negativos. A locomoção de uma pessoa somente pode ser restringida por ordem judicial e jamais por causa de débitos inscritos nestes bancos de dados. Portanto, não há como impedir o cidadão de tirar seu passaporte ou visto, com base em dívidas ou em cadastros de restrição de nenhuma espécie.

Além disso, a Polícia Federal, que é o órgão responsável por emitir passaportes não faz qualquer consulta em relação às negativações. O mesmo vale para consulados que emitem os vistos para países.

Relacionado ao item cidadania, a única coisa que pode fazer que pode lhe impedir de tirar passaporte ou até visto para outros países é ter o CPF constando como irregular.



Quais os motivos que fazem o CPF ficar irregular?



Um dos principais motivos das pessoas fazerem a ligação de não poder tirar passaporte por ter o nome sujo é justamente um dos motivos de ter o seu CPF cadastrado como “IRREGULAR”, o fato da pessoa cair na chamada “malha fina”.

O que é a Malha Fina?

A Malha Fiscal da Declaração de Ajuste Anual da Pessoa Física, popularmente conhecida como “malha fina“, é a revisão sistemática de todas as declarações do imposto de renda dos contribuintes, nos modelos completo e simplificado, efetuada de forma eletrônica.

Ou seja, se a pessoa não faz a declaração em dia e cai na Malha Fina o CPF dela fica irregular e, com ele irregular não se pode tirar passaporte, ou seja, nada tem relacionado a órgãos ou cadastros de restrição, e sim, com o exercício da cidadania que faz com que os seus documentos possam estar em ordem e em dia.

Além da malha fina, outros motivos que podem caracterizar o seu CPF como irregular são: a não declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) quando há a obrigatoriedade de se fazer a declaração, suspeita de fraude, sonegação de impostos, solicitação por ordem judicial e, claro, a morte do titular.

Para verificar se o seu CPF está regularizado, acesse o link:

https://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/SSL/ATCTA/CPF/ConsultaSituacao/ConsultaPublica.asp



Para os maiores de 18 anos, é preciso também deixar claro que, além de ter o CPF regular também é necessário comprovar que está quite com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para poder tirar o passaporte.

A comprovação pode ser feita através do comprovante de votação nas duas últimas eleições ou através da Certidão de Quitação Eleitoral emitida gratuitamente no site do TSE através do link:



http://www.tse.jus.br/eleitor/servicos/certidoes/certidao-de-quitacao-eleitoral

Como elaborar um bom currículo?

Conheça dicas preciosas para montar um CV que irá se destacar e aumentar suas chances de ser chamado para a entrevista de emprego!

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Todo mundo sabe que ter um bom currículo é um dos primeiros passos para encontrar um emprego, mas nem todos se fazem a famosa pergunta: “Meu currículo está bem feito?”.
Provavelmente você nem imagina, mas talvez seu currículo já tenha sido descartado de alguma seleção de emprego unicamente por causa da aparência e do excesso (ou falta) de informações apresentadas. Ter experiência e estudos é importante, mas não saber como apresentá-los pode botar tudo a perder.
Obviamente, não existe o currículo ideal. Cada empregador vai olhar de uma forma diferente para o que tiver em mãos. Por isso, o segredo é conhecer bem a empresa onde quer trabalhar e estruturar as informações de acordo com o perfil do lugar – e jamais mentir no CV, é claro!
Lembre-se de que provavelmente o responsável por analisar currículos tem bastante material em mãos. Centenas e centenas de outros currículos disputando espaço com o seu. Como se sobressair? O que fazer para ser notado em meio a essa multidão?
O primeiro passo é buscar um equilíbrio: nem detalhes em excesso, nem informação de menos. Nem tão longo, nem tão curto. Usar a objetividade é o primeiro passo. Informações bem estruturadas ajudam a capturar de imediato o olho do seu futuro empregador. Mas existem outros segredos que envolvem a confecção de um bom currículo. Vamos desvendá-los ponto a ponto a seguir!

1.    Economize na quantidade de dados pessoais
Não precisa encher o currículo com todos os tipos de dados pessoais. O possível empregador não precisa saber do seu RG, CPF, tampouco do nome dos seus pais antes mesmo de contratá-lo. Em vez disso, coloque apenas:
  • Nome completo
  • E-mail
  • Telefone de contato
  • Endereço do seu perfil em redes profissionais, como o LinkedIn (se tiver). Evite incluir perfil de redes sociais pessoais.
  • Cidade onde mora
  • Idade ou data de nascimento (opcional)
Aqui vale uma observação importante: cuidado com os nomes que você usa em e-mails e endereços de redes sociais. Apelidos de internet ou associações com personagens de filmes, quadrinhos e videogames podem passar uma impressão negativa ao avaliador. Para parecer mais profissional, crie um endereço apenas com o seu nome real e nenhuma informação a mais.

2.    Especifique uma área de atuação

Depois dos dados pessoais e antes da descrição de suas experiências e formação, é legal apresentar uma área de atuação bem definida, com bom destaque, usando poucas palavras. Essa informação deve comunicar, de maneira rápida e genérica, com o que você trabalha. Exemplo:
  • Redes Sociais e Publicidade Online
  • Recursos Humanos e Gestão de Pessoas
  • Finanças e Controladoria
  • Enfermagem e Acompanhamento de Saúde
Este não é o espaço para informar o cargo desejado (gerente de compras, assistente comercial, analista de redes sociais). É importante saber diferenciar cargos de áreas de atuação!

3.    Descreva sua Formação

Descreva, de forma sucinta, seus cursos de graduação e pós-graduação. Utilize os seguintes dados e use sempre a ordem do mais recente para o mais antigo. Veja como fazer:
  • Modalidade do curso
  • Título do curso
  • Instituição
  • Local do Curso
  • Período do curso (se já está concluído ou ainda em conclusão).
Exemplo:
  • Mestrado em Biologia Marinha – Universidade Federal do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro) – 2015 (em curso)
  • Graduação em Ciências Biológicas – Universidade Cruzeiro do Sul (São Paulo/SP) – 2011 – 2014.

4.    Faça um resumo das suas qualificações

Usando poucas palavras, faça um resumo das suas principais qualificações, descrevendo as áreas de atuação e seu papel em cada uma delas. Exemplo:
  • Redes Sociais: produção de conteúdos, interação com o público no Twitter e no Facebook, gerenciamento de crises, encaminhamento de solicitações.
  • Publicidade Digital: experiência em publicidade do Google, definição de campanhas, planejamento de custos.
Evite colocar uma lista muito grande de qualificações, mesmo que sejam importantes. Escolha apenas aquelas que têm mais a ver com a empresa onde você concorre a uma vaga.

5.    Capriche na experiência profissional

Essa é uma das partes mais importantes do seu currículo, é preciso tratá-la com atenção especial. Aqui devem entrar suas experiências mais atuais e relevantes.
A ordem das experiências deve ser sempre da mais recente para a mais antiga.
Os dados que devem aparecer são:
  • Nome da empresa onde trabalha ou trabalhou
  • Período em que trabalhou nesta empresa (ou se ainda está nela)
  • Brevíssima descrição da empresa
  • Último cargo ocupado ou função realizada
  • Descrição das suas atividades nesta empresa
Exemplo:
Mídia Digital Ltda. (2011-2015)
Empresa especializada na produção e execução de campanhas de mídias sociais para grandes corporações.
Cargo: Gestor de mídias
Atividades:
–       Gerenciar a produção de campanhas online dos principais clientes da empresa.
–       Desenvolver relatórios de produção, com análise crítica e recomendações.
–       Gerenciar equipes de produção de conteúdos (texto e imagens) para veiculação na internet.
Outra informação importante: se você tem muitas experiências anteriores ou fora da área para a qual você disputa uma vaga, deixe-as para lá. Não precisa criar uma lista enorme de empresas só para provar que tem experiência. Escolha as cinco mais relevantes para detalhar, mesmo que sejam antigas.

6.    Cursos e outras atividades

Se você tem cursos técnicos, experiências internacionais, ou participação em eventos que possam turbinar as chances de ganhar a vaga, liste-os no fim do currículo. Não precisa encher de detalhes nem fazer uma lista comprida de eventos. Basta colocar o título, a instituição, o local e a data. Exemplo:
  • Curso de formação em monitoria de redes sociais, pelo Instituto Internacional de Mídia. Fortaleza (CE), 2014.
  • Curso avançado de gerenciamento de redes, pela Associação Brasileira de Mídia Digital. Florianópolis (SC), 2015.

7.    Esqueça as fotos e outros recursos gráficos

Não ponha fotos no currículo, a menos que seja exigido pela empresa. E no caso de ter que incluir sua foto, tente usar uma simples em que você pareça natural e simpático. Evite selfies, fotos em trajes de banho, em viagens ou festas. Uma simples imagem com boa luz e fundo neutro podem contar muito mais a seu favor.
Também não precisa utilizar recursos gráficos para enfeitar o currículo. Bordas, elementos florais, fontes diferentes, efeitos de sombra, excesso de cores, enfim. Seja simples.
A fonte do texto deve ser sóbria também. Evite as cursivas, que parecem escritas à mão, ou muito enfeitadas – elas podem provocar dificuldade de leitura.

8.    Observe a linguagem!

Nada mais comprometedor para um profissional do que apresentar um currículo com erros de português!
Invista em uma revisão detalhada de todo o seu currículo. Se não tem certeza sobre a grafia de determinada palavra, consulte-a em algum dicionário online. Se é inseguro para escrever, peça a ajuda de alguém especializado. Só não vale enviar currículo com erros para o avaliador.

9.    Observe o formato

Se você não for designer, artista ou arquiteto, que geralmente têm currículos mais gráficos (os chamados portfólios), procure não inventar formatos diferentes para impressionar o avaliador.
O segredo do sucesso é, muitas vezes, não ter medo de parecer comum: faça a diagramação das informações usando o tamanho A4 – que é o padrão no Brasil – e utilize fontes com pouca diferença de tamanho nos títulos e textos. Tente concentrar as informações em, no máximo, duas páginas. Nada de tentar impressionar pelo volume!
Para imprimir, vale a pena usar um papel A4 branco de melhor qualidade, com uma gramatura levemente mais alta que o padrão. Esses papéis são facilmente encontrados em papelarias.

10.     Simplicidade é o melhor caminho

Currículos imensos, cheios de palavras difíceis e detalhes desnecessários não impressionam ninguém – pelo contrário, se perdem na pilha de outros currículos. Às vezes, na tentativa de chamar a atenção do avaliador, acabamos exagerando na quantidade de informações e o resultado disso é que o documento acaba na lata do lixo.
Use palavras simples e corriqueiras, fuja dos rebuscamentos e da tentativa de “parecer inteligente”. Seja prático, objetivo. Passe a ideia de eficácia. Uma boa carreira começa sempre com um bom currículo! Boa sorte!